Dica Saudável | Sacolas Plásticas Boaformula

5 Oct 2018

 

 

 

- O que você deveria saber sobre as sacolas plásticas - 

 

Nós, da equipe Boaformula, em preocupação com o meio ambiente, iniciamos uma busca por sacolas de fontes renováveis e biodegradáveis para substituírem as sacolas plásticas normais na farmácia. Nossa missão era encontrar sacolas 100% de material proveniente de fontes renováveis e 100% biodegradável. No entanto, por mais que procurássemos em meio ao mercado de fornecedores/produtores, acabamos por nos deparar com uma grande dificuldade em encontrar sacolas que fossem ecologicamente corretas em meio ao mercado de sacolas de matéria prima derivada de petróleo.

 

Foram encontradas diversas propostas do produto, mas que somente a curto prazo poderiam solucionar a problemática das sacolas plásticas, que são os plástico oxibiodegradaveis e misturas de polímeros de fonte não renovável com fonte renovável.

 

Atenção a esses produtos!

 

- Vantagens e desvantagens das inovações e tecnologias desenvolvidas sobre polímeros -

 

 

Sacola oxibiodegradável de PEAD

 

A proposta dessa sacola oxibiodegradável de PEAD é que após a adição de pró-degradantes derivados de sais metálicos, sua vida útil possa ser controlada. Dessa forma, se for descartado em ambientes abertos em contato com calor, raios UV e o oxigênio, esse tipo de plástico começa a se fragmentar (oxidegradação) em um tempo relativamente curto se comparado ao plástico convencional, se transformando em pedaços cada vez menores até que possa ser metabolizado por bactérias (biodegradação) e transformado em CO2 e água, caracterizando um processo completo de oxibiodegradação.

 

Entretanto, alguns estudos e instituições mostram alguns argumentos que estão tirando nossa tranquilidade. Um próprio defensor dos oxibiodegradáveis, o renomado George Scott, afirmou em um de seus artigos que os plásticos oxibiodegradáveis "não foram feitos para serem compostados, degradados anaerobicamente (sem presença de oxigênio) nem para degradação profunda em aterros". O artigo de George Scott mostra que não é em qualquer ambiente que a sacola se oxibiodegradará, é preciso a presença de oxigênio, calor, luz e microorganismos capazes de decompor o material.

 

Um estudo feito pela Universidade de São Paulo, onde foram realizados testes com um tipo de plástico oxibiodegradável vendido no mercado nacional, constatou que, apesar de ele se fragmentar e virar pó, não é consumido por fungos, bactérias, protozoários e outros microorganismos – condição necessária para ser considerado biodegradável e desaparecer do solo ou da água.

 

Outro estudo feito pela Universidade Ben-Gurion do Neguev afirmou que mesmo quando ocorre a fragmentação (oxidação) em pedaços menores causada pela adição dos pró-degradantes, o plástico não necessariamente se biodegrada, não caracterizando portanto um processo completo de oxibiodegradação, uma vez que para estar completo precisa ocorrer além da fragmentação, a degradação por bactérias (biodegradação).

 

Além desses, um estudo feito pela Universidade Federal de Santa Maria, mostrou que após um período de 12 meses expostas à intempérie, sacolas oxibiodegradáveis não sofreram degradação completa.

 

 

Reciclagem da sacola oxibiodegradável de PEAD

 

Tendo em vista que a sacola oxibiodegradável de PEAD pode vir a fragmentar-se no ambiente e não necessariamente se biodegradarem, é preciso pensar em alternativas. Entretanto, de acordo com a ABIPLAST, a reciclagem não é uma delas, pois, segundo a instituição, se o plástico oxibiodegradável (incluindo sacola) virem a ser reciclados, darão origem à materiais que se degradarão rapidamente, diminuindo sua vida útil, o que inviabiliza a reciclagem.

 

 

Sacola de plástico verde

 

O plástico verde é produzido com matérias primas proveniente de fontes renováveis, porém não necessariamente biodegradáveis, ele foi criado com o intuito de diminuir os impactos causados pela indústria petroquímica na produção e comercialização do plástico.

 

A brasileira Braskem, do grupo Odebrecht, foi a primeira empresa a desenvolver a tecnologia de produção de plástico com matéria-prima renovável. A produção do plástico verde ou polietileno verde é proveniente do etanol da cana-de-açúcar. As suas propriedades são exatamente iguais ao polietileno comum, com as mesmas propriedades, desempenho e versatilidade de aplicações. A única diferença é a matéria-prima utilizada na sua produção.

 

Vantagens >>


• Utilização de cana-de-açúcar (fonte renovável) .

• Retirada de CO2 da atmosfera por meio da plantação de cana-de-açúcar. Cada tonelada de plástico verde produzido sequestra e fixa até 2,5 toneladas de CO2.
• Conceito de sustentabilidade, matéria-prima 100% renovável.

 

 

Desvantagens >>

 

  • A tecnologia desenvolvida faz com que o polietileno “verde” fique, ao final do processo, com as mesmas características do polietileno convencional, e portanto, não é biodegradável.

  • O tempo de decomposição do plástico verde é o mesmo do plástico comum.

  • O custo da mesma quantidade de produto final do plástico “verde” é cerca de 40% maior que do plástico convencional.

  • A produção de cana-de-açúcar para este fim implica em aumento da área de plantio e tem como consequências o aumento no consumo de água, uso de fertilizantes e outros insumos, alguns deles nada favoráveis ao meio ambiente.

  • Quando entrar em processo de decomposição de parte biodegradável ira fragmentar e gerar micro plástico.

  • Com relação à contaminação do solo, a preocupação reside nos subprodutos de sua biodegradação como, por exemplo, presença de outros polímeros, aditivos, cargas, colorantes, metais, oligômeros, que não são necessariamente absorvidos pelos ciclos ambientais e processos naturais, deixando resíduos e produtos da degradação no meio ambiente como em solo, rios, lençóis freáticos e na atmosfera, com impactos ainda desconhecidos.

 

Reciclagem do Plástico Verde

 

Sua reciclagem se torna inviável nos moldes de usinas de reciclagem do Brasil, por apresentar uma mistura de materiais de fonte biodegradável e não biodegradável. Pode vir a ser um contaminante no processo de reciclagem.

Todos esses fatores devem ser levados em consideração para que o meio ambiente não saia prejudicado de uma forma ou de outra.

 

 

Princípio da Precaução

 

A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), por meio da Lei 12.305/2010, baseada no Princípio da Precaução, estabelece que todos nós (empresas, governo e sociedade civil) somos responsáveis pela correta destinação dos resíduos sólidos. E que a indústria de reciclagem deve ser incentivada, tendo em visto os benefícios ambientais e sociais (geração de renda) que a reciclagem trás. Por esse aspecto seria possível inferir que a utilização e destinação de materiais recicláveis está mais de acordo com o Princípio da Precaução. No entanto, a decisão sobre utilização ou não de materiais não recicláveis cabe inteiramente ao consumidor, bem como a responsabilidade pelo descarte correto.

 

Outro obstáculo nessa procura foi não se encontrar fornecedores que pudessem nos fornecer o numero de sacolas que desejássemos, apenas uma quantidade muito superior o que levaria ao produto iniciar seu processo de decomposição antes de chegar nas mãos do consumidores, virando um desperdício de energia e recursos se estocado, não se caracterizando como uma solução sustentável ao problema.

 

Porém, mesmo num cenário que considere os materiais biodegradáveis como uma das soluções mais promissoras para o problema das sacolas plásticas, a responsabilidade do produtor, transformador, usuário e consumidor desses materiais são as mesmas daquelas dos plásticos convencionais.  As sacolas de plástico biodegradável não irão desaparecer rapidamente quando dispostas no meio ambiente e seu impacto no ambiente marinho depende de sua correta gestão. Assim, se a postura de disposição irregular do lixo não for corrigida seguiremos  num potencial aumento do impacto das sacolas de plástico no meio ambiente.

 

Portanto, mesmo sendo biodegradável, o resíduo requer coleta e local adequado para disposição final. A responsabilidade do consumidor, produtor e poder público não são menores. Os conceitos e campanhas de educação como: jogar o lixo no lixo; separar resíduo reciclável; destinar para reciclagem e consumo sustentável tem a mesma importância e validade qualquer que seja a solução adotada. Por isso viemos juntos propor medidas compensatórias para gerar o menor impacto possível no meio ambiente, buscando sempre o melhor para sua saúde e a da natureza. 

 

Como solução para as sacolas plásticas deve-se incentivar o consumo consciente e sustentável das mesmas.

 

Uma sacola plástica sozinha causa pouco estrago, mas o consumo excessivo estimulado pela gratuidade e disponibilidade tem grande impacto ambiental. No mundo são distribuídas de 500 bilhões a 1 trilhão de sacolas plásticas por ano. No Brasil, estima-se o consumo de 41 milhões de sacolas plásticas por dia, 1,25 bilhão por mês, e 15 bilhões por ano.

 

Conheça alguns fatos sobre as sacolas plásticas no meio ambiente: Saco é um “saco”, não é? Vamos agora compreender melhor a idéia de consumo consciente, condição básica para uma redução significativa do consumo de sacolas plásticas.

 

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) define consumo consciente como “uma contribuição voluntária, cotidiana e solidária para garantir a sustentabilidade da vida no planeta”.

 

O Instituto Akatu complementa esta ideia, afirmando que “consumir de forma consciente é levar em consideração os impactos ambientais e sociais da produção, uso e descarte de produtos e serviços”.

 

Quando falamos em consumo consciente de sacolas plásticas, falamos sobre a adoção de hábitos com menor impacto no meio ambiente. O consumo consciente implica mudança de hábitos, em observar o impacto de nossas ações no meio ambiente e optar por alternativas ambientalmente amigáveis.

 

 

O problema >>

 

• Muitas sacolas, depois de descartadas, acabam em rios, lagos e oceanos, onde são confundidas com alimento e ingeridas por animais, como tartarugas e aves marinhas, causando a morte de mais de 100 mil por ano, em todo o mundo.

• Quando descartadas de maneira incorreta, as sacolas plásticas poluem cidades e entopem bueiros, agravando situações de desastres como alagamentos e enchentes.

 • Para a confecção de sacolas plásticas são utilizados recursos naturais não renováveis como petróleo e gás natural além de água e energia, e liberados efluentes (líquidos) e gases tóxicos, alguns dos quais acentuam o efeito estufa.

• As sacolas podem levar de 100 a 400 anos para se degradarem. Tornam os lixões e aterros impermeáveis, dificultando a biodegradação de recursos orgânicos, com consequente acúmulo de gás metano em bolsões. Quando a montanha de lixo é revolvida, esses bolsões são rompidos, e o metano – gás 21 vezes mais danoso que o CO2 – acaba liberado na atmosfera.

 

 

Cada um tem o dever de lutar contra a esse dano à nossa saúde e ao meio ambiente.

A palavra de ordem é simples: Praticar os 3R’s (reduzir-reutilizar-reciclar).

 

>> Reduzir

  • Reduza o consumo de sacolas plásticas e prefira as sacolas reutilizáveis. Dentre as alternativas conhecidas, vários estudos de análise de ciclo de vida (ACV) e/ou impacto ambiental concordam que a opção mais sustentável é a utilização de sacolas reutilizáveis. Entre as opções de sacolas reutilizáveis, as sacolas de tecido feitas a partir de material reciclável são as que apresentam menor impacto entre todas as categorias.

 

>> Reutilizar

 

Medidas compensatórias para aumentar o ciclo de vida da sacola e dar mais valor ao seu uso:

  • Reutilize suas sacolas descartáveis para fazer suas compras espontâneas durante a semana.

  • Reutilize as sacolas de plástico para conservar frescas, por mais tempo, as folhas de alface na geladeira ( ou outras folhas verdes). Cubra-as com um pano de algodão antes de guardá-las na sacola.

  • Reutilize as sacolas de plástico para fazer a separação do lixo seco e lixo orgânico.

  • Guarde sempre uma sacola dobrada em triangulo na bolsa que você vai reutilizar no momento de suas compras espontâneas ou no passio com seu animal de estimação. (abaixo tem um tutorial de dobradura)

  • Reutilize as sacolas para recolher as necessidades de seu animal de estimação e assim contribuir com a higiene pública.*

  • Use-as novamente para seu propósito inicial. Leve-as para a mercearia para usá-las novamente para transportar mercadorias - recuse sacolas novas.

    • Doe sacolas para abrigos de animais. Eles muitas vezes precisam delas para limpeza e para quando levam os cachorros para passear, então não vão achar ruim ter algumas a mais. Lembre-se, no entanto, de perguntar primeiro - se for ajudar, eles avisam.

    • Doe as sacolas para uma loja de caridade, biblioteca ou brechó. As sacolas podem ser usadas por pessoas que pegam livros emprestados, compram coisas ou precisam trazer objetos. No entanto, pergunte primeiro - várias lojas de caridade pararam de aceitar estas sacolas com medo de contaminação ou objetos duvidosos dentro delas.

    • Guarde coisas com sacolas plásticas. Ao invés de comprar bolinhas de isopor, sacolas amassadas podem ser usadas para guardar, com segurança, objetos enviados pelo correio ou guardadas em despensa. Amasse bem as sacolas e coloque-as em volta dos objetos ao guardá-los.

    • Uma touca improvisada caso você não queira molhar o cabelo no banho ou quando fizer uma mascara de hidratação no cabelo para manter a umidade e temperatura na região capilar.

    • Na jardinagem, no fundo do vaso Evita que a água escorra, na hora de regar a planta; e reduz a quantidade de terra necessária para encher um vaso grande, quando a planta é de pequeno porte. Além disso, deixa o transporte dos vasos muito mais fácil de ser feito, já que reduz seu peso.

*Além de ser lei, é uma questão de saúde pública recolher as necessidades dos seus animais de estimação. Deixar o ambiente limpo acaba com focos de doenças, viroses, bactérias e parasitas, e também evita a proliferação de moscas. Use preferencialmente a sacola de plástico ao jornal para a coleta de fezes do seu animal de estimação a fim de não contaminar as lixeiras públicas.

 

A DIFERENÇA É VOCÊ QUEM FAZ! 

 

 

Como dobrar a sacola para otimizar o espaço na hora de guardar e aumentar sua durabilidade para tornar viável sua reutilização - Método Fazendo um triângulo >>

 

1 Achate a sacola. Alinhe os lados dela até deixar as alças paralelas. Preste atenção à orientação das alças, já que elas vão ser importantes na estruturação do triângulo.

  • É mais fácil fazer tudo sobre uma superfície resistente e lisa, como o balcão da cozinha.

  • Se for muito habilidoso, você pode tentar dobrar o triângulo no ar, sem apoio — mas vai ser mais difícil e frustrante, caso dê errado. Se não conseguir, tente novamente quando já tiver certa experiência.

  • Faça o possível para retirar todo o ar da sacola. Passe as mãos por ela para achatá-la bem.

 

2 Dobre a sacola em sentido longitudinal. Comece dobrando-a pela metade, de modo que uma alça fique sobre a outra. Depois, dobre-a de novo, na mesma direção — alinhando as pontas oposta às alças. Repita o processo até formar uma espécie de retângulo, com a mesma largura que a base das alças (e no formato de uma tira fina).[3]

  • Achate a sacola e retire todo o ar a cada nova dobra. Quanto mais lisa ela estiver, mais fácil vai ser fazer o triângulo.

  • O número de dobras vai depender do tamanho e do formato das alças da sacola. Geralmente, duas ou três bastam.

3 Dobre um dos cantos inferiores do retângulo. Escolha um canto da sacola que esteja no lado oposto às alças e dobre-o por cima do outro, formando mais um triângulo.

  • Achate e alise o triângulo que acabou de fazer.

  • Nesse ponto, a sacola dobrada vai estar com formato de retângulo, com uma ponta mais curta em comum com um triângulo isósceles menor.

 

4 Dobre o triângulo para dentro, formando outro triângulo. Dobre o canto solto para transformar a sua base em uma nova dobra.

  • A sacola deve ficar mais uma vez com o formato de uma tira ou um retângulo fino.

  • Esse método é semelhante à técnica de dobrar bandeiras.

 

5 Continue dobrando a ponta inferior para dentro. Repita os dois passos anteriores, rolando o triângulo em sentido longitudinal até chegar à ponta das alças. Deixe uma parte da sacola desdobrada para fazer uma última dobra.

  • Você vai fazer um novo triângulo isósceles na "pilha" de triângulos a cada nova dobra.

  • Não se esqueça de achatar e retirar o ar da sacola a cada passo. Se o triângulo ficar cheio, as dobras vão se desfazer.

 

6 Enfie as alças da sacola dentro do triângulo. Faça uma última dobra, prendendo a ponta da sacola. Enfie essa pontinha no espaço criado pelo "rolo" de triângulos. Como sempre, achate o objeto para deixá-lo mais estável.

 

7 Repita o processo com as outras sacolas e guarde tudo. Transforme o restante dos objetos em triângulos. Agora, eles vão ocupar muito menos espaço e vai ser mais fácil guardar tudo e em qualquer lugar: um cesto no balcão da cozinha ou um espaço qualquer debaixo da pia, por exemplo. A escolha é sua.

 

8 Desdobre cada sacola quando precisar usá-las. Por mais que os triângulos sejam agradáveis aos olhos, não dá para usar as sacolas assim. Sempre que precisar, solte a ponta do objeto para desdobrá-lo. Segure-o por essa ponta e chacoalhe-o até que ele retome o formato original. Dependendo da precisão das dobras, você pode ter certo trabalho.

 

 

>> Reciclar

 

Para fazermos o descarte correto do plástico, é preciso saber qual o plástico que está sendo descartado. No caso das sacolas plásticas Boaformula, é usado o PEAD (polietileno de alta densidade). É muito importante o material sinalizar qual o tipo de plástico para podermos fazer o descarte correto e a reciclagem acontecer de verdade. 

 

O polietileno de alta densidade, ou PEAD, está presente em embalagens de detergente e óleos automotivos, sacolas de supermercados, garrafeiras, tampas, tambores para tintas, potes, utilidades domésticas, entre outros. É um material plástico muito utilizado por ser inquebrável, resistente a baixas temperaturas, leve, impermeável, rígido e com resistência química. Por ser um termoplástico, o PEAD é reciclável.

 

No que o plástico reciclado se transforma?
 

Se você está curioso para saber no que o plástico pode se transformar, confira o quadro abaixo. A resina obtida após a reciclagem de plásticopode dar origem a objetos impensáveis. 

 

Se você quer descartar seus objetos plásticos corretamente, procure um posto de reciclagem por meio da busca gratuita do Portal eCycle.

 

 

A saúde do meio ambiente está em nossas mãos.

 

 

 

Veja mais em:  https://pt.wikihow.com/Dobrar-uma-Sacola-Plástica

Referencias: http://www.mma.gov.br/estruturas/234/_arquivos/cartilha_3___consumidores_234.pdf

Postos de Reciclagem: https://www.ecycle.com.br/postos/reciclagem.php

 

 

 

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