Herpes | Conheça as soluções Boaformula!

24 Oct 2019

 

 


O que é Herpes?

 

O herpes é uma infecção causada pelo Herpes simplex virus. O contato com o vírus ocorre geralmente na infância, mas muitas vezes a doença não se manifesta nesta época. O vírus atravessa a pele e, percorrendo um nervo, se instala no organismo de forma inativa, até que venha a ser reativado. 


A reativação do vírus pode ocorrer devido a diversos fatores desencadeantes, tais como: exposição à luz solar intensa, fadiga física e mental, estresse emocional, febre ou outras infecções que diminuam a resistência orgânica. 


Algumas pessoas têm maior possibilidade de apresentar os sintomas do herpes. Outras, mesmo em contato com o vírus, nunca apresentam a doença, pois sua imunidade não permite o seu desenvolvimento.

 

 

Como se manifesta?


As localizações mais frequentes do aparecimento da herpes são os lábios e a região genital, mas o herpes pode aparecer em qualquer lugar da pele. Uma vez reativado, o herpes se apresenta da seguinte forma:

 

  • inicialmente pode haver coceira e ardência no local onde surgirão as lesões;

  • a seguir, formam-se pequenas bolhas agrupadas como num buquê sobre área avermelhada e inchada;

  • as bolhas rompem-se liberando líquido rico em vírus e formando uma ferida. É a fase de maior perigo de transmissão da doença;

  • a ferida começa a secar formando uma crosta que dará início à cicatrização;

  •  a duração da doença é de cerca de 5 à 10 dias.

 

Embora, tecnicamente, o vírus que causa a herpes (seja na boca ou herpes genital) não seja curável, existem muitas maneiras de tratá-lo. É importante conhecer melhor a doença, pois o vírus pode atacar por vários motivos: do trauma psíquico à baixa imunidade.

 

Existem oito diferentes vírus da família herpes que podem causar doença em humanos. Dentre eles, os herpes tipo 1, 2 e 3, provocam quadros semelhantes de lesões de pele que podem reaparecer após um período variável de ausência de sintomas.

 

 

Herpes Labial

 

Os principais sintomas são:

  • Erupções nos lábios;

  • Bolhas avermelhadas;

  • Lesões na boca;

  • Crostas amarelas que coçam;

  • Desconforto na região;

  • Dor de garganta.

 

O herpes tipo 1 é responsável pelo quadro de herpes oral, que se caracteriza por vermelhidão, ardor e pequenas bolhas preenchidas com líquido claro, comumente na região do lábio ou na parte interna da boca. Geralmente, o primeiro contato com o vírus ocorre durante a infância, através de secreções orais. Em seguida, o vírus se aloja em um neurônio e lá pode permanecer durante toda a vida do indivíduo sem causar qualquer sintoma, em um estado que chamamos de latência.

 

 

Herpes Genital

 

Quando o vírus fica presente nos órgãos genitais causam muito desconforto, caracterizado por:

  • Dores e irritação entre 5 a 10 dias após a relação sexual que originou o contágio;

  • Manchas vermelhas;

  • Lesões genitais e bolhas;

  • Cascas;

  • Úlceras que podem sangrar;

  • Dores musculares;

  • Dores de cabeça;

  • Mal estar no geral.

Esse tipo da doença costuma atacar mais as mulheres, devido a maior exposição de mucosa na vagina.

 

O herpes tipo 2, por outro lado, é o principal responsável pelo quadro de herpes genital. Observamos também vermelhidão, ardor e pequenas bolhas com líquido claro na região da vulva, pênis ou ânus, ou ainda em regiões como nádegas e virilha. Em geral, o primeiro contato com o vírus ocorre na adolescência ou início da vida adulta e as lesões podem ser intensas a ponto de provocar ardor para urinar e desconforto que impede as relações sexuais. Além disso, a presença de lesões pelo herpes tipo 2 aumenta o risco de contágio por outras doenças sexualmente transmissíveis, incluindo o HIV.

 

Depois do primeiro contato, algumas pessoas apresentam repetidos quadros de herpes, o que caracteriza o herpes oral ou genital recorrente. Há inclusive quem relate desencadeantes bem identificados para essa manifestação, tais como exposição ao sol, estresse, período perimenstrual, etc.

 

Nesses casos, o que ocorre é uma reativação do vírus que se encontrava latente, sua multiplicação e transporte a partir do neurônio até a pele e o aparecimento de lesões.

 

Esse quadro é considerado benigno e pode resolver-se em cerca de 5-7 dias sem necessidade de tratamento específico. Entretanto, o uso de medicações que combatem o herpes tipo 1 ou tipo 2 logo no início do quadro pode abreviar os sintomas, ou até bloquear o aparecimento das bolhas. Além disso, para pessoas que apresentam episódios de herpes muito frequentes, o uso diário e contínuo de medicações contra o vírus pode prevenir a recidiva da doença e reduzir sua transmissão.

 

 

Herpes Zoster

 

Identificar os sintomas é importante para dar inicio ao tratamento rapidamente:

  • Manchas vermelhas pelo corpo;

  • Calafrios;

  • Desconforto gastro-intestinal;

  • Cócegas e coceira em regiões do corpo;

  • Aparecimento de bolhas esbranquiçadas ou amareladas;

  • Dores de cabeça;

  • Febre;

  • Mal estar.

 

O herpes tipo 3 é mais conhecido como vírus da varicela (catapora). A infecção inicial ocorre frequentemente durante a infância, através do contato com secreções orais, e é seguida pelo quadro clássico da catapora, com lesões avermelhadas espalhadas pelo corpo e pequenas bolhas com líquido claro.

 

O vírus da varicela também estabelece latência em neurônios e pode reativar-se anos depois, dessa vez com vermelhidão, dor intensa e bolhas restritas ao território correspondente ao nervo acometido. A distribuição das lesões na pele é bastante característica dessa doença, popularmente conhecida como “cobreiro”, ou herpes-zóster.

 

Nesse caso, o tratamento antiviral é prontamente indicado para acelerar a cicatrização e reduzir a dor. Entretanto, mesmo com tratamento, há pessoas que permanecem com dor de difícil controle vários meses ou anos depois da resolução das lesões de pele.

 

Existem vacinas para prevenir tanto a varicela quanto o herpes-zóster. Infelizmente, elas ainda não estão disponíveis na rede pública de saúde do Brasil. Quanto ao herpes tipo 1 e tipo 2,  até o momento, não há vacinas que protejam contra a infecção.

 

 

Como prevenir o Herpes?

 

Manter a imunidade alta é importantíssimo como medida preventiva a qualquer doença. Imunidade é a resistência ou proteção contra algo, normalmente relacionada com doenças e infecções que podem atacar o nosso organismo. Assim, a imunidade consiste num conjunto de mecanismos que defendem o corpo de agentes infecciosos invasores.

 

Quando a imunidade do organismo fica baixa, a pessoa fica desprotegida ao ataque de vírus e bactérias, podendo assim ficar suscetível à doenças e alergias. Por este motivo, é importante manter a imunidade alta o ano todo.

 

Para aumentar a imunidade é aconselhável a ingestão de todas as vitaminas e minerais básicos para o funcionamento das células e funções corporais, inclusive os linfócitos (glóbulos brancos), que fazem parte da defesa do organismo.

 

Outras medidas para prevenir o herpes simples tipo 1, evite o contato direto com a pessoa infectada e não compartilhe objetos como copos,xícaras, talheres e batons. No caso das pessoas que já tem esse tipo de herpes, é importante manter a boca sempre hidratada e evitar o sol, mesmo que não haja nenhuma ferida aparente, para prevenir o aparecimento de lesões.

 

Já a herpes simples tipo 2, por ser considerada um DST, pode ser evitada com o uso do preservativo em todas as relações sexuais e o herpes zoster pode ser prevenido por meio de vacina. Em todos os casos, a dica é manter a boa saúde do sistema imunológico, por meio da prática regular de exercícios físicos, alimentação saudável e combate ao estresse.

 

 

MEDIDAS DE CONTROLE PARA OS TIPOS DE HERPES >>

 

Ao se deparar com lesões distintas é interessante consultar a opinião de um médico para que se tenha um diagnóstico correto. Caso seja herpes, o tratamento pode ocorrer de maneira imediata, evitando que essa doença prejudique ainda mais as regiões afetadas.

 

Como o herpes é uma doença que não tem cura e sim tratamento, a sobrecarga de antivirais e  anti-inflamatórios serve para danificar o funcionamento dos rins e fígado.

 

Quando não tratada adequadamente as lesões do herpes na pele podem aparecer novamente, os remédios só fazem desaparecer aquilo que o mau hábito de higiene fez surgiu. O ideal é manter práticas simples de limpeza e tratamento nas regiões em que há o surgimento, sem necessidade de sobrecarregar o organismo com efeitos colaterais severos de antiviral, antibióticos e pomadas que não garantem o alívio permanente.

 

O paciente deverá fazer um dieta “leve”, eliminando as frituras, o café, os laticínios, os refrigerantes e a carne vermelha. Comer vegetais e grãos integrais, além de sucos de frutas. Alguns medicamentos podem ser empregados para alívio dos sintomas e acelerar a cura das lesões, como o extrato  de própolis, o óleo de melaleuca em aplicação externa no local das lesões, o Aloe vera (babosa), chá de Calêndula ,entre outros medicamentos naturais que podem ser aplicados nas feridas.

 

 

O que evitar?

 

Para prevenir e não piorar o quadro da herpes, deve-se reduzir da dieta os alimentos ricos em arginina, um aminoácido um estimula a replicação do vírus e aumenta a frequência das crises. Alguns desses alimentos são aveia, granola, gérmen de trigo, amendoim, castanhas e amêndoas. 

 

Outra medida importante é evitar o consumo de café e alimentos ricos em açúcar e farinhas branca, como chocolate ao leite, pães brancos, biscoito, refrigerantes e bolos.

 

Além dos alimentos proibidos, também é importante evitar fumar, consumir bebidas alcoólicas e tomar muito sol, porque enfraquecem o sistema imune e fragilizam a pele, facilitando a manifestação do vírus. 

 

 

 

Soluções Boaformula para Herpes

 

 

 

Gel para Herpes

 

Gel desenvolvido pela nossa Farmacêutica, com o Óleo Essencial de Melaleuca. A melaleuca pertence à família botânica Myrtaceae (mesma da jabuticaba) e dentre as suas espécies mais conhecidas e estudadas está a Melaleuca alternifólia, culturalmente valorizada devido ao potencial medicinal do óleo retirado de suas folhas, conhecido por ser antibacteriano, antifúngico, antiviral, anti-inflamatório e analgésico. Chamado popularmente como TTO (do inglês tea tree oil), possui coloração amarelo-clara e forte aroma característico, muito utilizado em produtos farmacêuticos e cosméticos devido às suas propriedades benéficas.O forte aroma herbal e canforado faz com que ele, muitas vezes, seja até renegado por quem desconhece suas poderosas funções.

 

Indicação de Uso: Aplicar no local do herpes, protegendo com um curativo. Trocar uma vez ao dia.

 

 

Lisina

 

A Lisina é um aminoácido essencial, que o corpo humano não consegue produzir, mas que pode ser consumida através de alguns alimentos.Este aminoácido é responsável por ajudar a fortalecer o sistema imunológico, ajudando assim a reduzir as infecções recorrentes causadas pelo vírus do herpes simples.

 

Indicação de Uso: 2g de Lisina ao dia.

 

 

Vitamina C

 

Vitamina C ou Ácido ascórbico é uma vitamina que nosso organismo não consegue produzir. 

 

Ela é encontrada em vários alimentos. Seu uso é indicado por sua ação antioxidante potente, eliminando os efeitos de radicais livres e agrotóxicos, melhorando a imunidade.

 

O consumo adequado de vitamina C também ajuda a inativar o vírus da herpes. 

 

Indicação de Uso: 1g de Vitamina C ao dia.

 

 

 

Composto para imunidade

 

Hoje as pessoas estão mais sujeitas a bactérias, fungos e vírus. A Boaformula desenvolveu uma composição que contém Echinácea e Própolis, ativos que associados melhoram a imunidade e agem no organismo evitando e tratando a ação dos microorganismos, em caso de gripes, resfriados, sinusites, rinites, asma e bronquite.

 

Age também melhorando dores estomacais, pois o própolis protege o sistema digestivo da ação da Pilori.

 

Fórmula >>

 

Própolis........................200mg

Echinácea....................200mg

 

Tomar 2 cápsulas no café da manhã e 2 cápsulas a noite. Indicado o uso por 4 meses no mínimo ao ano.

 

 

 

 

Aviso!

 

As Soluções Boaformula são algumas opções naturais que ajudam a completar o tratamento das feridas causadas pela herpes, porém nenhum deles dispensa o tratamento clínico da herpes acompanhado por um médico ginecologista, no caso de herpes genital, ou dermatologista no caso de herpes na boca, olhos ou outra região do corpo.

 

 

 

 

 

A sua saúde em boas mãos.

 

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