Dica Saudável | Plantas medicinais na manutenção e restauração da saúde | Graviola

 

 

 

 

Chegou a sexta feira e com ela nossa querida Dica Saudável feita com muito carinho para compartilhar saberes, receitas e ativos para uma vida com mais saúde.A natureza bela e abundante nos mostra que para toda a enfermidade, existe uma planta medicinal para a manutenção da saúde e cura das doenças. Seguindo nossos estudos em plantas medicinais, hoje iremos apresentar um estudo que fizemos sobre a Graviola!

 

A graviola é uma fruta, também conhecida como Jaca do Pará ou Jaca de pobre.A fruta possui um formato oval, com a casca na cor verde-escuro e coberta de “espinhos”. A parte interna é formada por uma polpa branca com o sabor levemente adocicado e um pouco ácido, mas deliciosa!

 

Infelizmente não é um fruto muito comum na casa dos brasileiros, mas deveria ser! Esse alimento possui grandes benefícios e é muito utilizado na medicina alternativa e fitoterápica. Suas propriedades não estão só no fruto em si, mas também em suas folhas, sementes, casca e raízes.

 

O intuito da dica de hoje é resgatar suas propriedades e modos de uso para inserir ela em nosso dia a dia. Na medicina tradicional, as folhas, os frutos e as raízes da graviola são utilizadas para o tratamento de diversas doenças e os primeiros a utilizarem a graviola como remédio foram as tribos indígenas da floresta Amazônica e também do Caribe. Os relatos de seu uso por essas comunidades são sob a forma de chá para tratamento de doenças inflamatórias e diuréticas, bem como por suas propriedades adstringentes e antirreumáticas. Porém, como qualquer substância, é preciso conhecer também os seus potenciais efeitos colaterais e contraindicações para evitar complicações. 

 

 

“ Sempre pensei que o único problema da medicina científica fosse o fato de ela não ser suficientemente científica. A medicina moderna só se tornará verdadeiramente científica quando os médicos e seus pacientes tiverem aprendido a tirar partido das forças do corpo e do espírito que agem através do poder de cura da natureza.” Prof.René Dubos.

 

 

 

Nome cientifico: Annona muricata

 

Família: Annonaceae.

 

Botânica: Árvore de aproximadamente 6 m de altura, copa pequena e poucos ramos, folhas com disposição alternada, e arranjadas em um único plano (filotaxia alterna dística) de tamanho 12-16 de comprimento por 4-8cm de largura, com presença de pêlos de cor ferrugíneos e brilhantes. Flores de aproximadamente 6 cm, de cor amarelada, sépalas em número de três e pétalas disposta em duas séries de três de coloração amarelada. Os estames e os carpelos numerosos dispostos em um receptáculo hemisférico, sendo os estames localizados na porção basal e os carpelos na apical (PRANCE; SILVA, 1976; CAVALCANTE, 1976; STEYEMARK et al., 1997). Frutos grandes, normalmente chegando a pesar até 8 kg (CAVALCANTE, 1976). É consumido in natura e também é muito apreciado na forma de sorvete, sucos e compotas.

 

Distribuição Geográfica: Antilhas como sendo sua origem e atualmente cultivada na região amazônica (STEYEMARK et al., 1997).

 

Composição química: Acetaldeído, acetoginas, ácido cianídrico, ácido cítrico, ácido esteárico, ácido isocítrico, ácido lignocérico, ácido málico, ácido mirístico, amil-caproate, amilóide, anonaína, anomuricina, anomuricinina, anomurina, anonol, aterosoerminina, beta-sitosterol, campesterol, celobiose, citrulina, coclaurina, coreximina, dextrose, estefarina, etanol, folacina, frutose, gaba, galactomanana, geranil-caproate glucose, manganês, mericil-álcool, metanol, metil-hexa-2-enoato, metil-hexanoato, muricina, muricinina, muricapentocina, muricoreacina, p-ácido-cumárico, parafina, procianidina, pectinases, pectinesterase, reticulina, stigmasterol, sucrose, taninos, xylosil-celulose, proteínas, gorduras, carboidratos, vitaminas C e B, potássio e fósforo, beta-sitosterol, ácido letulinico, ácido ovatodiolide,  ácido anisomelic, citral, ácido gerânico, terpeno hidrocarboneto, ácido hidrociânico, annocherine A-B, cherianoine, romucosine H.

 

 

Propriedades medicinais gerais da Graviola!
 

Adstringente, anticancerígeno, antirreumático, antibacteriano, antiespasmódico, anti-inflamatório (das vias urinárias), antitumoral, atóxico, cardiotônico, diurético, estomáquico, febrífugo, hipotensor, inseticida, peitoral, sedativo, vasodilatador, vermífugo, calmante, analgésico, anti-helmíntico, antidepressivo, antimalárico, antimicótico, antiparasítico, antiespasmódico, adstringente, cardiodepressor, cardiotônico, cicatrizante, neurodepressor, cianogênico, citotóxico, depurativo, emético, fungicida, hemostático, hipotensivo, inseticida, lactagogo, moluscocida, parasiticida, pediculicida, sedativo, esporofítico, espasmogênico, estomáquico, supurativo, tranquilizante, trichomonicida, uterotônico, vermífugo, vitaminizante (B e C), hipocolesterolêmica, citotóxico (para vários tipos de células tumorais), antiviral, descongestionante, diaforético, estimulante (das funções digestivas), pulmonar, antiofídico e laxante.

 

 

Usos tradicionais da Graviola!

 

O decoto das folhas é muito utilizado contra diarréia e espasmos, e o chá é empregado como agente emagrecedor e como medicação contra alguns tipos de câncer. Suas sementes são usadas com função emética e adstringente, e suas cascas como antidiabéticas e espasmolíticas (LORENZI; MATOS, 2002). As flores e também as folhas são utilizadas para tosse e problemas no trato respiratório inferior (MORS et al., 2000). As folhas da A. muricata são utilizadas na medicina popular por possuírem ações parasiticida, anti-reumática, antinevrálgica, adstringente e emética (DE CARVALHO et al., 2000). O chá das folhas de graviola é utilizado como sedativo, expectorante e broncodilatador (QUEIROZ et al., 1988). Emprega-se a fruta na indústria alimentícia para a elaboração de sucos, sorvetes e doces (MAUL et al., 2000). O suco da fruta é utilizado como diurético. Acredita-se que ele melhora males do fígado e lepra. Seus frutos imaturos, por serem adstringentes, são utilizados contra disenteria. A raiz da planta é utilizada como vermífugo (MORTON, 1987). Na América Central é utilizada pela medicina tradicional como anti-séptico, cicatrizante, contra dermatose e febre da malária (WÉLÉ et al., 2004).

 

 

Uso em cosméticos da Graviola!

 

Pedidos de patentes sugerem que a Annona muricata tenha uso em cosméticos. A graviola foi selecionada, juntamente com outras plantas como Calophyllum brasiliense Cambess., Cleome hassleriana Chodat e Myrcia sphaerocarpa DC, para a obtenção de um produto que previna a degeneração e diminuição do colágeno, ou seja, um produto com atividade inibidora da colagenase, enzima esta que influencia no envelhecimento da pele (KOBAYASHI; UMISHIO, 2001). Outra formulação cosmética, baseada nesta mesma ação biológica da planta (inibição da atividade da colagenase) sugere uso contra o envelhecimento da pele atuando na diminuição das rugas e no aumento da firmeza da pele (NONOGAWA, 2001). Pesquisas também revelam que um produto de uso externo, obtido da mistura de Annona muricata com outras plantas como Calophyllum brasiliense Cambess., Quassia amara L., Fleurya aestuans (L.) Gaud., Myrcia sphaerocarpa DC e Hyptis crenata Pohl ex Benth, possuem atividade inibidora da gelatinase, promovendo também a prevenção do envelhecimento da pele (KOBAYASHI; UMISHIO, 2001).

 

 

Beneficios do consumo do chá da Graviola!

 

O chá de graviola é derivado das folhas da planta Annona muricata, que gera a graviola. Os benefícios do chá de graviola estão associados ao seu alto valor nutritivo, que apresenta substâncias importantes como alcaloides, antioxidantes, acetogeninas, vitaminas A, B e C, cálcio, ferro, potássio, ácido gentísico e anonol.

 

O chá de graviola serve para muitas utilidades. Dentre seus principais efeitos positivos para a nossa saúde, destacam-se o estímulo ao sistema imunológico, a proteção da pele pelas substâncias antioxidantes, melhoria dos sistemas circulatório e digestivo, perda de peso, alívio de inflamações e até prevenção de câncer.

 

 

Mas queremos saber mais dos benefícios que o consumo do chá dessa planta pode nos trazer, não é mesmo?

 

Muitos compostos bioativos e fitoquímicos são encontrados na graviola, estudos têm mostrado ação hipotensiva, antiespasmódica, vasodilatadora, relaxante do músculo estomacal e atividade citotóxica contra células cancerígenas a partir dos extratos das folhas e troncos.

 

 

Então a graviola ajudaria positivamente contra o câncer?

 

Recentemente, alguns pesquisadores vêm observando benefícios do chá de graviola para prevenir e ajudar a tratar alguns tipos de câncer, principalmente devido à presença da substância acetogenina, que é um antibiótico muito potente encontrado na graviola.

 

As acetogeninas anonáceas atuam através da depleção dos níveis de ATP ao inibir o complexo I na cadeia de transporte de elétrons nas mitocôndrias, e inibindo a NADH oxidase do plasma de membranas principalmente de células tumorais (ALALI et al., 1999) uma vez que essas células possuem uma alta demanda de ATP (ZAFRA-POLO et al., 1996).  Em outras palavras, as substâncias presentes no chá de graviola podem levar à redução da capacidade de produção de energia das células cancerosas e até a apoptose (morte celular) dessas células através do bloqueio da produção de ATP, que é a principal fonte de energia usada pelas células do nosso corpo.

 

 Além disso, foi visto nos estudos que o consumo a longo prazo de graviola possui efeito preventivo e potencial terapêutico para diversos tipos de câncer. Ainda são necessário mais estudos, mas nota-se que e uma planta medicinal que tem potencial para auxiliar na manutenção da saúde e bem estar.

 

 

Propriedades Anti-inflamatórias e Cicatrizantes da Graviola!

 

Pesquisas revelam ainda que a graviola possui uma grande concentração de compostos, entre eles os compostos fenólicos, incluindo taninos e flavonóides que têm seus usos terapêuticos como agentes anti-inflamatórios, antifúngicos, antioxidantes e ainda, propriedades cicatrizantes. Os taninos teriam importante papel como anti-inflamatório e por isso o uso no tratamento de ferimentos,  promovendo a cicatrização de feridas por ação antioxidante, atuando como sequestradores de radicais de oxigênio, favorecendo o processo de fibroplastia, a reorganização do leito capilar, a proliferação de queratinócitos e a diferenciação celular Já os flavonóides participariam da ativação de enzimas nos processos anti-inflamatórios.

 

Pode ser usufruída internamente sob forma de infusão e em cápsulas contendo os princípios nutricionais desta espécie; como também  externamente para auxiliar na cicatrização de ferimento sob a forma de chás preparados como cataplasmas que são sobrepostos diretamente nas afecções cutâneas.

 

 

Auxilia na saúde do sistema circulatório!

 

Os altos níveis de potássio e outros compostos no chá de graviola ajudam a reduzir a pressão arterial elevada de modo significativo. Isso acaba diminuindo os riscos de condições cardíacas como aterosclerose, ataque cardíaco e derrame.

 

 

Mantém nosso sistema digestivo feliz!

 

A presença de várias vitaminas e minerais além de compostos anti-inflamatórios ajuda o sistema digestivo a funcionar da maneira adequada prevenindo condições desagradáveis como constipação, indigestão, cólica, inchaço, retenção de líquidos e diarreia. O cálcio presente na graviola também ajuda o organismo a absorver melhor o ferro.Além disso, os efeitos bactericidas do chá de graviola ajudam no equilíbrio da flora intestinal. Porém, se usado em excesso, podem ocorrer problemas digestivos e transtornos estomacais.

 

 

Diurética, auxiliando limpeza de toxinas!

 

O chá das folhas da graviola também possuem propriedades diuréticas, eliminando várias toxinas do corpo pela urina e diminuindo a retenção de líquidos pelo corpo, isso ajuda no processo de emagrecimento. Também ajuda a baixar a pressão arterial por ser diurética,ajudando  a regular a pressão alta.

 

 

Propriedade Calmante!

 

Ajuda a diminuir insônia por suas prorpiedades sedativas que ajudam a adormecer.

 

 

Mantém o corpo saudável e a pele bonita!

 

Devido às suas propriedades antioxidantes, a graviola melhora a aparência da pele e dos cabelos e fortalece o sistema imune. 

 

 

* Apesar de possuir diversos benefícios para a saúde, o chá de graviola deve ser consumido com moderação, pois o consumo excessivo pode resultar em efeitos colaterais, como hipotensão, náuseas e vômitos, por exemplo.

 

 

Benefícios do consumo da fruta!

 

A graviola apresenta diversos benefícios na literatura científica. Veja alguns deles:

 

Protege o coração!

 

A fruta tem uma propriedade hipotensora, por mecanismos periféricos envolvendo antagonismo do cálcio - o que é bom para pessoas com pressão alta; propriedade vasodilatadora, antiespasmódica (relaxa músculo liso), e ainda ajuda a desacelerar o ritmo cardíaco, por sua propriedade sedativa.

 

 

Potencial anti-inflamatório!

 

A propriedade anti-inflamatória do extrato da fruta estudada em investigação científica recente parece ser relacionada à inibição de mediadores inflamatórios do organismo. A sua propriedade anti-inflamatória pode favorecer o tratamento de artrite, inchaço e dor nas articulações.

 

 

Mais benefícios!

 

Alguns estudos também estabelecem como propriedades da graviola: antibacteriana e antifúngica (o que pode auxiliar no tratamento de acnes, por exemplo), vermífuga, emética (induz vômito), analgésica, anticonvulsiva, estimulante digestivo e adjuvante no fortalecimento da tonicidade cardíaca.

 

 

Chakra que a Graviola atua!

 

Umbilical ou Manipura. Então é uma planta que envolve o poder pessoal, alegria, capacidade de perdoar, autoconfiança, coragem, desejos, equilíbrio, tolerância, gratidão, respeito e as emoções.

 

 

Função fitoenergética da Graviola! 

 

Auxilia a digestão, elimina o refluxo no estomago, traz a capacidade de “digerir” as emoções e sentimentos, auxilia no processo de emagrecimento.

 
 
E Ayurveda?
 
A graviola é uma planta medicinal que reduz Pitta e Vata e agrava Kapha se excesso. Sua rasa é doce e ácida, sua virya é fria e sua vipaka é doce.

 

 

Como consumir?

 

A graviola pode ser consumida de diversas formas: natural, como suplemento em cápsulas, em sobremesas, chás e sucos. Tudo da graviola pode ser aproveitado, desde a raiz até as flores.

 

  • Chá de graviola: É feito com 10 g de folhas de graviola secas, que devem ser colocadas em 1 litro de água fervente. Após 10 minutos, deve-se coar e consumir 2 a 3 xícaras após as refeições; Se preparado individualmente, 1 colher (sopa) para 1 xícara de 200ml. Consumir no máximo de 3 xícaras por dia.Pode ser associada com Calêndula, Douradinha do Campo, Unha de Gato, Uxi Amarelo e Ginseng Brasileiro.

 

  • Suco de graviola: Para fazer o suco basta bater no liquidificador 1 graviola, 3 pêras, 1 laranja e 1 mamão, juntamente com água e açúcar a gosto. Depois de batido, já pode consumir.

 

  •  Em cápsula : consultar nossa farmaceutica

 

 

Indicações para uso interno!

 

  • Sistema Gastrointestinal: para inflamações gastrintestinais, afta, cólicas, diarreia, disenteria, gastrite e em caso de ulceras.

  • Sistema Urinário e Genital: para vaginite.

  • Sistema Hepático: para biliosidade, colecistite, malária e ainda corrige funções hepáticas.

  • Sistema Respiratório: na asma, catarro e tosse.

  • Sistema Cardíaco, Sanguíneo e Circulatório: em sangramentos, palpitações e em casos de hipertensão arterial (pressão alta).

  • Sistema Imunológico, Nervoso e Linfático: na epilepsia, na incidência de bactérias, resfriados, depressão, filaríase, fungo, febre, HIV, infecção, inflamação, insônia, lepra, nervosismo, sofrimento, síncope, estresse, desordens nervosas e eleva a imunidade.

  • Sistema Musculoesquelético e Conjuntivo: na artrose, reumatismo e nos espasmos.

  • Sistema Renal:  na nefrose.

  • Aliviar dores de reumatismo - pois tem propriedades antirreumáticas que ajudam a diminuir a inflamação e a dor.

  • Ajuda a tratar doenças de estômago, como úlcera e gastrite - porque tem propriedades anti-inflamatórias que diminuem a dor.

  • Outros distúrbios:  na cefaleia, diabetes, raquitismo, escorbuto, combate Estafilococus e Trichonomas e para combate à febre.

 
 
Indicações para uso externo!

 

  • Pele e unhas: na pelagra(dermatite), feridas, machucaduras, feridas gangrenosas, úlceras, inflamações da pele, esfoladuras, cortes, micose e na dermatose.

  • Cabeça e face: na pediculose. Pediculose da cabeça é a infestação dos cabelos pelo parasita Pediculus humanus. Os piolhos são insetos pequenos, sem asas, que se alimentam de sangue. 

  • Músculos, ossos e articulações: nas contusões, torções e em ferimentos por traumatismo.

 

Contra-indicação do uso da graviola!

 

 

O consumo da graviola não é indicado para gestantes, pessoas com caxumba, aftas ou ferimentos na boca, já que a acidez da fruta pode causar dor, e pessoas com hipotensão, pois um dos efeitos colaterais da fruta é a diminuição da pressão arterial.

Além disso, as pessoas hipertensas devem ter orientação do cardiologista à respeito do consumo da graviola, pois a fruta pode interagir com os medicamentos utilizados ou até mesmo diminuir muito a pressão, podendo levar a um quadro de hipotensão.

 

 

Vamos plantar?

 

A graviola prefere solos com textura leve, profundo, bem drenado e arejado e temperaturas entre 21 ºC e 30 ºC. Pode ser plantada em pomares caseiros e a colheita acontece 12 meses após a enxertia ou de cinco a seis meses depois da abertura floral. Recomendam-se espaçamentos de 4 a 4 metros a 8 a 8 metros, o que depende de uma série de fatores, como solo, nível de tecnologia aplicada (mecanização, condução da planta, poda, por exemplo), topografia, condições climáticas, entre outros. Em geral, o tamanho das covas é de 60 a 60 centímetros. Elas devem ser feitas, no mínimo, 30 dias antes do plantio das mudas.

 

 

Bibliografia:

  • sCielo

  • Revisão bibliográfica livros,Artigos Acadêmicos Google e relatos sobre consumo da planta.

  • ervanarium.com.br

  • http://revistafitos.far.fiocruz.br/index.php/revista-fitos/article/view/94/93

  • * Este estudo se baseia na literatura científica convencional, e nas fontes dos principais congressos e simpósios brasileiros na área de plantas medicinais e aromáticas. Fez-se a revisão da literatura nos aspectos botânicos da composição química, seus principais usos populares e experimentos científicos para a espécie Annona muricata L. (graviola).

 

 

A sua saúde em boas mãos.

 

 

 

Fonte: Articulista Natália F. Jonas (Instagram @nfeksa)

 

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