Dica Saudável | Mucuna prurens: planta medicinal para saúde mental

 

 

Hoje é dia de mais uma Dica Saudável e compartilharemos sobre uma planta medicinal muito especial: a Mucuna Prurens, planta típica de regiões tropicais e conhecida por possuir diversas propriedades medicinais em todas as suas estruturas. Mucuna Pruriens tem sido usada no antigo sistema médico indiano há milhares de anos para tratar coisas que vão desde infertilidade até Parkinson. Estudos recentes mostram que essas afirmações são, de fato, fundamentadas.

 

A importância do estuda das substancias presentes na semente da Mucuna esta principalmente relacionada aos seus benefícios no sistema nervoso central. Mucuna Pruriens é uma boa fonte de L-Dopa, um precursor da dopamina sendo uma aliada para saúde mental. A semente desta planta possui levodopa, fármaco de primeira linha para o tratamento da doença de Parkinson.  Atualmente há uma subutilização dessa espécie no pais, uma vez que essa e utilizada para fixar nitrogênio da atmosfera e fornecer matéria orgânica ao solo.

 

 

Importância de conhecer o potencial das plantas medicinais

 

O reino Vegetal caminha junto ao homem desde o inicio dos tempos, oferecendo abrigo, alimento e medicina. Nos ensina sobre doação, abundancia e a importancia de cultivar o cuidado.  Compartilham com a gente seus mineirais, vitaminas e princípios ativos que atuam na manutenção da nossa saúde de forma natural.

 

As plantas medicinais são elementos que constituem parte da biodiversidade  e ,  atualmente, cerca de 80% da população utiliza recursos da medicina popular para tratamento de alguma doença, sendo maior parte dos conhecimentos das técnicas utilizadas e o emprego são transmitidos por gerações de forma oral. Paralelo a isso, é possível evidenciar o crescente aumento das pesquisas etnofarmacológicas e emprego de técnicas modernas de farmacologia, bioquímica, toxicologia e biologia molecular para estudar ainda mais o uso de plantas medicinais. Diante deste contexto, torna-se necessário o entendimento sobre a história das plantas medicinais, a importância do conhecimento popular e a unificação da ciência para melhorar a aplicabilidade e o uso deste recurso natural.

 

Para entender sua atuação no nosso organismo, precisamos conhecer e observar essa planta.  Onde ela se encontra em abundância e é seu local de origem? Quais suas características botânicas? Como ela se comporta no meio onde vive?  Perguntas que tentaremos responder trazendo também o seu  contexto histórico , sua relação com o homem,  e sua ação farmacologia, para resgatar a  importância do conhecimento popular e a unificação da ciência para melhorar a aplicabilidade e o uso deste recurso natural.

 

 

MUCUNA PRUERIENS

 

Mucuna pruriens (L.) DC é uma planta medicinal que pertence à família Fabaceae (Leguminosae), subfamília Faboideae e é muito popular na Índia para o tratamento de diversas doenças. Seus nomes populares são Velvet bean, Cowhage, “atmagupta” na Índia e no Brasil é mais conhecida como mucuna-anã ou mucuna rajada. É originária das regiões tropicais, especialmente, India, Africa e Ilhas do Pacifico. E conhecida popularmente como feijão veludo, mucuna, nescafe, pó de mico, fava coceira, cabeça de frade, pica pica, chiporro, feijão cabeludo da índia, feijão de gado e mucuna vilosa.

 

Essa planta possui capacidade nutricional comparável a soja, com semelhantes proporções de proteínas, lipídeos, minerais e outros nutrientes. As sementes são utilizadas como alimento em diversos países como Índia, Filipinas, Nigéria, Gana e alguns países da America Latina, no entanto, esta utilização e limitada devido a presença de substancias como compostos fenólicos, as lectinas, inibidores de proteases ( tripsina e quimotripsina), ftalatos e saponinas, as quais podem interferir na digestão e absorção dos nutrientes (SIDDHURAJU;BECKER,2005). Devido a presença dessas substancias, a mucuna não deve ser consumida sem um prévio tratamento térmico.

 

Todas as partes desta planta possuem propriedades medicinais. A designação pruries dada a espécie, e devida ao prurido (desconforto) causado quando se entra em contato com os pelos que a vegem da planta apresenta. Essa sensação se deve a serotonina presente nessas estruturas. Historicamente, essa planta e utilizada no tratamento de depressão, desordens nervosas e mentais e do aparelho reprodutor, como infertilidade masculina ( TRIPATHI; UPADHYAY, 2002). Possui  ação anti helmíntica, afrodisíaca, adstringente, analgésica e carminativa (RAINTREE...., 2006).

 

 

Caracteristicas botânicas:

 

É um arbusto anual de escalada que pode chegar a mais de 15 metros de altura. Suas folhas são pontuadas a ovaladas e suas inflorescências, de coroas roxas ou brancas, possuem de 15 a 32 cm de comprimento e que apresentam de duas a três, ou muitas flores. Suas vagens com cerca de 10 cm de comprimento possuem até sete sementes, que apenas quando jovens são totalmente recobertas por pêlos. Estas sementes são achatadas, elipsóides e pequenas e quando secas são brilhantes e tem coloração negra ou marrom. A coloração das sementes das diferentes espécies de Mucuna e seu padrão de coloração é uma importante característica fenotípica de identificação.

 

Os pêlos das vagens são alaranjados e causam intenso desconforto quando em contato com a pele e mucosas.

 

 

Cultivo

 

É tolerante a sombra, a seca, altas temperaturas e ligeiramente resistente ao encharcamento.

 

 

História

 

Na India, e utilizada em um sistema de medicina denominado Ayurveda, cuja pratica teve inicio há cerca de 4500 ano a.C(MANYAM, 1990) Ayurveda é sem dúvida o sistema mais antigo de medicina no mundo - e a única medicina tradicional para estar baseada em princípios científicos. Manuscritos em sânscrito datados de 1.500 d.C. descreveram o uso de atmagupta para várias enfermidades e textos antigos da Ayurveda discorreram sobre a Kampavata, uma doença do Sistema Nervoso com sintomas muito semelhante à Doença de Parkinson, que respondia com sucesso ao tratamento com atmagupta e, atualmente, na Índia a mucuna é usada no tratamento desta moléstia (VAIDYA et al., 1978; MANYAM, 1990).

 

 

Segundo a medicina ayurvedica, e indicada para:

 

1. Para doença de Parkinson (contém L-dopa natural).
2. Para impotência e disfunção erétil.
3. Como afrodisíaco e para aumentar a testosterona (reposição hormonal)
4. Como anabólico e androgênio, fortalecendo os músculos e ajudando a estimular o hormônio do crescimento.
5. Ajudando na perda de peso.

 

Em 1937, um grupo de cientistas indianos isolou da semente de mucuna a levodopa(l-dopa), fármaco de primeira linha para o tratamento da doenca de Parkinson, e desde então, a demanda por essa planta vem crescendo continuamente. Atualmente, sabe-se que o maior constituinte fenólico das sementes da mucuna e a levodopa( aproximadamente 5%).

Além disso, a M. pruriens está na composição de mais de 200 formulações de drogas indígenas. (MANYAM, 1990; ATHIYANARAYANAN; ARULMOZHI, 2007).

 

 

Ativos e seus benefícios ao nosso organismo:

 

Mucunina e mucunadine são os principais constituíntes. Seus componentes de princípio são L-DOPA e os alcalóides bioativos mucunine, mucunadina, mucuadinina, prurienina e nicotina como também b-sitosterol, glutationa, lecina, óleos, ácidos venólico e gálico. O L-Dopa é um precursor neurotransmissor, uma droga efetiva para alívio na doença de Parkinson. A semente é um profilático contra oligosperma e é útil no aumento da contagem de esperma, ovulação em mulheres, etc.

 

Quando a dopamina produzida pelos neurônios são afetados pela doença de Parkinson, resulta em tremores incontroláveis, rigidez dos músculos, dificuldades para falar, escrever e se equilibrar e lentidão de movimentos. A deficiência sub-clínica de dopamina é responsável pelo sentimento de depressão e falta de desejo sexual.


A Dopamina é considerado o neurotransmissor "feelgood", produzido pelo cérebro quando se quer "estar contente" ou der ao corpo uma "recompensa". É também um intermediário na produção de norepineprina (ou noradrenalina, o neurotransmissor que nos desperta do sono) e é efetivo a estimular a produção do hormônio de crescimento (HgH).

 

É provável que quando se toma um extrato da erva juntamente com Tribulus Terrestris aumenta a quantidade de L-dopa que alcança o cérebro. Tribulus contém um inibidor moderado de monoamina oxidase, uma enzima degradante da dopamina. Este modo natural de melhorar os efeitos de M.pruriens foi reconhecido por médicos Ayurvedicos durante mais de 1000 anos.

 


Tomando Mucuna pruriens extrato padronizado em L-dopa estimula a secreção de hormônio de crescimento (Hgh) pela glândula pituitária. O Hormônio de crescimento é indubitavelmente o hormônio anti-envelhecimento mais poderoso: encoraja a massa muscular e desencoraja a gordura de corpo, melhora a força e nivela a energia, aumenta o senso de bem-estar e tem uma influência positiva em muitos outros aspectos de saúde.


M.Pruriens também é usado na medicina ayurvedica, para: restabelecer a libido (junto com Tribulus Terrestris) aumentar os níveis de testosterona (como mostrado em um estudo controlado) e dopamina; em casos de esterilidade masculina e feminina (aumentando a contagem de esperma e encorajando a ovulação), melhorar a agilidade mental, coordenação motora e tratar condições de apatia.

 

Todos os órgãos da M. pruriens possuem valiosas propriedades medicinais (CAIUS, 1989). Seus componentes principais são L-DOPA e os alcalóides bioativos como mucunina, mucunadina, mucuadinina, prurienina e nicotina, além de outros componentes como o b-sitosterol, glutationa, lecina, ácidos venólico e gálico. As sementes de Mucuna pruriens são particularmente muito conhecidas por apresentarem grande quantidade de L-Dopa (3,4-diidroxi-L-fenilalanina), um neurotransmissor em potencial usado no tratamento da Doença de Parkinson (NAGASHAYANA et al., 2000).

 

A Mucuna pruriens é encontrada no uso tradicional de muitas doenças e, além das sementes, as raízes, caules e folha são também utilizadas para diferentes fins. Sua raiz é amarga, termogênica, emoliente, estimulante, laxante, afrodisíaca, diurética, emenagoga, anti-helmíntica, frebrígufa e tônica. Suas folhas são consideradas afrodisíacas, anti-helmínticas, tônicas e são utilizadas em úlceras, inflamações, cefaléias e debilidades gerais (SATHIYANARAYANAN; ARULMOZHI, 2007).

 

 

Indicações farmacológicas:

 

>> Mucuna e saude mental

 

A pesquisa sugere que Mucuna pruriens protege o cérebro, mantendo as funções cognitivas e neurais sob controle, mesmo incentivando a atividade neural. Estudos comprovam sua eficiência colocando o foco em sua ação antioxidante. A Mucuna tem um benefício adicional no combate a inflamação sistêmica no cérebro, que é muitas vezes um fator na degradação cerebral.

 

A tradição ayurvédica usa Mucuna pruriens para promover positivamente a saúde mental e a resposta ao estresse . Um estudo envolvendo 120 homens que sofreram estresse psicológico informou que a suplementação com Mucuna aliviou significativamente o estresse. Os pesquisadores também concluíram que o Mucuna pruriens reativa o sistema de defesa antioxidante, um mecanismo biológico essencial necessário para manter a homeostase dentro do corpo.

 

 

>> Mucuna e a Doença de Parkinson

 

Devido ao seu alto teor de L-Dopa em suas sementes, a M. pruriens é tradicionalmente utilizada, como tônico para os distúrbios do sistema nervoso. Por este motivo, existem diversos estudos sobre o emprego desta planta no tratamento da Doença de Parkinson (KATZENSCHLAGER, 2004). Interessantemente, a L-dopa foi primeiramente isolada das sementes de M. pruriens em 1937 e coincidiu com o mesmo período do reconhecimento científico do valor desta substância no tratamento de DP, renovando, portanto, o interesse nas plantas ricas em Levodopa (MISRA e WAGNER, 2007).

 

 

>> Mucuna e Depressão

 

Os problemas depressivos englobam estados de “mal-estar” que vão desde a tristeza às patologias mais invalidantes. Geralmente, estes estados são acompanhados por diversos problemas:

 

- Alterações do humor: baixa da moral, tristeza, choro, pensamentos negativos, irritabilidade, ansiedade, pouco interesse pelas actividades diárias,
- A actividade intelectual torna-se mais lenta, surgindo dificuldades em reflectir, tomar decisões e projectar-se no futuro ou ainda perdas de memória,
- Redução do tónus e da energia física,
- E por último, perturbações do sono (hipersonia ou insónia).

 

A Mucuna faz com que o corpo não só produza mais dopamina como aumenta a captação deste neurotransmissor pelo cérebro. Sensações como Alívio e bem estar são reguladas por um neurotransmissor chamado dopamina. O uso do extrato desta planta  corrigem as deficiências de dopamina, um neurotransmissor que tem um papel decisivo na regulação dos estados de espírito, combatendo problemas como a falta de motivação, dificuldades de concentração, perda de apetite e até tendências suicidas. Para além disso, reduz o stresse oxidativo, com grande potencial antioxidante, combatendo os radicais livres, que integram ácidos que podem servir de catalisadores em pessoas com estados depressivos.

 
 
>> Mucuna e o Sistema Reprodutivo

 

Em Ayurveda, diferentes partes das plantas são vistas para trabalhar em diferentes tecidos no corpo. Não é de surpreender que frutas e sementes se correlacionem com o sistema reprodutivo e as sementes de Mucuna pruriens são reverenciadas como um dos melhores tonicos reprodutivos tanto para homens como para mulheres. Mucuna pruriens é um afrodisíaco, reforçando energia sexual e libido saudáveis. Também suporta fertilidade normal, esperma e óvulos saudáveis, bom funcionamento dos órgãos reprodutivos e secreções genitais apropriadas.

 

 

>> Mucuna e o Sistema Digestivo
 

Como promove as contrações dos músculos lisos e os adeptos em uma qualidade de espalhamento, Mucuna pruriens pode ajudar a promover uma função digestiva saudável e promover a eliminação adequada. A Mucuna pruriens também é pensado para apoiar níveis saudáveis ​​de açúcar no sangue. Além disso, as sementes são consideradas altamente nutritivas, com qualidades semelhantes a outras leguminosas comumente consumidas.

 

 

>> Outras indicações

 

O consumo de mucuna pruriens está indicado para o tratamento do tabagismo, como alternativa aos pensos de nicotina, podendo ser conjugada com acupuntura e com a planta kudzu. Esta planta aumenta ainda os níveis de testosterona, sendo importante na infertilidade masculina porque aumenta o número, quantidade e mobilidade dos espermatozóides. É ainda um afrodisíaco em ambos os sexos, porque aumenta a dopamina.

 

Além disso, regula o eixo hipotálamo/gónadas e aumenta a fixação de proteínas nos músculos, promovendo melhores resultados nos exercícios direcionados ao aumento da massa muscular. Simultâneamente, potencia a sensação de bem-estar que a prática de atividade física habitualmente gera.

 

Efeitos Colaterais:
Doses elevadas de Mucuna pruriens pode causar superestimulação, aumento da temperatura corpórea e insônia.

 


Contraindicações:
• A semente pode causar problemas de nascimento e estimular a atividade uterina. Deve ser evitado por mulheres durante a gravidez.
• Mucuna pruriens mostrou ter a habilidade de reduzir o açúcar do sangue. Aqueles com hipoglicemia ou diabetes devem usar somente sob supervisão médica.
• É contra indicado em combinação com inibidores M.A.O.
• Mucuna pruriens possui atividade androgênica, aumentando os níveis de testosterona; pessoas com síndromes andrógenas excessivas devem evitar o uso.
• Mucuna pruriens inibe a prolactina. Caso você tenha uma condição médica resultando em níveis inadequados de prolactina no corpo, não use a menos que sob supervisão médica.
• A semente contém alta quantidade de L-dopa. Levodopa é o medicamento usado para tratar doença de Parkinson. Pessoas com doença de Parkinson devem apenas usar sob supervisão médica ou um indivíduo qualificado.

 

 

Converse com o seu profissional da saúde de confiança!

 

 

A sua saúde em boas mãos.

 

 

Fonte: Articulista Natália F. Jonas (@nfeksa)

 

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