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Dica Saudável | Vamos conhecer os benefícios do Hibisco?



Hibisco


Nome científico: Hibiscus sabdariffa D. C.

Nomes Populares: Vinagreira, Hibisco, Hibiscus, Rosela, Rosélia, Groselha, Groselha-de-flor-roxa, Graxa-de-estudante, Azedinha, Azeda-da-guiné, Quiabo-azedo, Caruru-azedo, Caruru-da-guiné, Quiabo-de-angola, Quiabo-róseo, Quiabo-roxo, Quiabo-azedo, João-gome, Agio-de-guiné, Flor-de-jamaica, Jamaica, Husa, Cardadé, Rosa-da-jamaica, Chá-da-jamaica, Pampulha, Pampola, Agrião-de-guiné, Papoula-de-duas-cores

Família: Malvaceae.

Parte Utilizada: Flor.

Composição Química: Ácidos orgânicos (ácido tartárico, ácido cítrico, ácido málico e ácido hibístico); pigmentos; vitamina C; glucosídeos; mucilagens; flavonoides (hibiscina, hibiscetina entre outros); antocianinas.



O chá de hibisco possui substâncias que promovem diferentes ações sobre o organismo humano, em especial sobre as problemáticas oriundas do excesso de peso, como o inchaço elevado, a inflamação permanente e a pressão alta. Planta medicinal hipotensora, diurética, laxante e digestiva, o hibisco quando bebido na forma de chá atua promovendo a maior eliminação dos líquidos, além de ter um leve feito vasodilatador, os quais contribuem com a redução da pressão arterial e do peso corporal


Existe uma infinidade de plantas que são utilizadas na medicina popular, entre elas o Hibiscos ( Hibiscus sabdariffa L.) vem ganhando destaque por seus benefícios funcionais a saúde humana. O hibiscos é uma planta subarbustiva, florífera e muito versátil, conhecida no mundo todo por suas qualidades como ornamental, medicinal e comestível. Hoje na Dica Saudável traremos algumas propriedades do hibiscos e motivações para aderir ao consumo dessa erva em seu dia a dia, trazendo informação para o uso consciente de mais uma planta medicinal para vocês!

Conhecida por sua cor avermelhada é composto por alto teor de vitamina C, antocianinas, beta-caroteno, licopeno, polifenóis e outros antioxidantes solúveis em água. Uma planta medicinal com sabor amargo e tem seu consumo em chá difundido mundialmente, sendo a parte utilizada a flor. É tradicionalmente utilizado como diurético, sendo um aliado para tratamento de desordem intestinal, infecções hepáticas, febre e hipertensão. Os ensaios farmacológicos tem demonstrado uma gama de efeitos terapêuticos que o hibiscos apresenta, sendo um hepatoprotetor, antibacteriano, antioxidante, anticolesterol, anticancer e anti hipertensivo.


Sendo rico em compostos fenólicos e antocianinas, fonte considerável de polifenóis, que são considerados excelentes antioxidantes, capazes de seqüestrar os radicais livre com grande eficiência. Os antioxidantes possuem efeito sobre os radicais livres e outros agentes oxidantes no organismo, sendo muito benefícios a nossa saúde. Os radicais livres são moléculas estáveis e reativas, que são precursoras de muitas doenças crônicas não transmissíveis associadas ao envelhecimento, doenças carcinogênicas, doenças cardiovasculares, cataratas, declino do sistema imune e disfunções cerebrais.


Suas sementes e os cálices contem atividade antioxidantes, sendo mais considerável do que as folhas e os caules, sendo que os cálices do hibisco contêm uma alta concentração de antocianinas e, portanto, antioxidantes. E é esse parte que utilizamos quando vamos preparar nosso chá (infusão) de hibiscos para usufruir de seus benefícios terapêuticos e medicinais no nosso dia a dia. O chá é hoje considerado a segunda bebida mais consumida no mundo, deixando a água em primeiro lugar. Temos outras formas de consumir como também via cápsulas orais ou inserindo na alimentação.



Hibiscos e seus usos populares


No Brasil, a importância desta espécie é decorrente da utilização das folhas comestíveis na alimentação. Sua maior popularidade como hortaliça verifica-se no Estado do Maranhão, onde, tradicionalmente, faz parte da culinária local, estando entre as dez primeiras em volume comercializada. Na Amazônia, sua introdução e utilização tem crescido em função da imigração de maranhenses, principalmente no Estado de Roraima.

As folhas entram no preparo de comidas típicas maranhenses, como o “cuxá” e o a”arroz de vinagreira”, e são usadas, ainda, em cozidos de feijão e sopas. Do ponto de vista nutritivo, as folhas constituem valiosa fonte de vitamina (A e B) e de sais mineiras(cálcio, fosforo e ferro), além de forncerem vários aminoácidos essenciais, importantes para a formação das proteínas.



Além do uso como hortaliça, a vinagreira é empregada na alimentação humana sob outras formas. Os frutos são usados na fabricação de geléias e doces. Do cálice e das folhas, pode-se extrair um suco, empregado na fabricação de certo tipo de vinho consumido nos Estados Unidos.


Na medicina popular, a vinagreira tem diversas indicações, que variam conforme a parte da planta utilizada. As folhas são consideras febrífugas, anti hemorrágicas, estimulantes estomacais e fortificantes. Os frutos são usados na fabricação de xaropes. As sementes são diuréticas. O cálice, também, é considerado emoliente. As flores são atribuídas atividades antibacterial e antifúngica.


Varias outras utilidades da vinagreira são conhecidas. Os resíduos da fabricação do xarope, geléia e vinho servem para fazer vinagre contemplando o aproveitamento integral desse alimento. Na Asia e na África, as fibras têxteis, sedosas e resistentes, extraídas do caule, são utilizadas na industria têxtil, em especial na fabricação de cordoalhas.


A origem dessa espécie é muito discutida. Alguns autores citam a Africa tropical como seu centro de origem, outros afirmam ser a Índia. Concretamente, sabe-se que sua distribuição abrange os Continentes Africano, Asiático, Europeu e Americano. No Brasil, a vinagreira foi introduzida provavelmente através da população africana escravizada.


O hibisco é alimento funcional nos países da Ásia (Japão, China, Coreia e Taiwan), e o interesse econômico está nos cálices desidratados, utilizados mundialmente para a produção de bebidas, alimentos, conservantes e antioxidantes. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), por meio da Portaria nº 519, de 1998, considera que as flores do hibisco podem ser consumidas como chá, preparadas por meio de infusão ou decocção.


No Brasil, os cálices do hibisco são utilizados na medicina popular para tratar hipertensão arterial, ganhando grande aceitação no tratamento de muitas doenças em quase todo o estado, sendo marcante seu uso como diurético, para tratamento de desordem gastrointestinal e infecções hepáticas. Já no México, e