Cindura | Ganho de massa muscular, de força e de resistência.



Ativos de origem natural são a principal fonte de fitoquímicos utilizados tradicionalmente para vários benefícios a saúde. Diversos estudos demonstram que os suplementos dietéticos melhoram o desempenho físico, aceleram a recuperação muscular no pós-exercício, aumentam a massa muscular e reduzem a gordura corporal, criando uma série de adaptações no organismo o que contribui na melhora do desempenho esportivo. Fitoquímicos biologicamente ativos modificam os processos metabólicos no corpo aumentando a força muscular, e consequentemente, fornecem uma resposta fisiológica vantajosa.


Dentre os mecanismos de adaptação na prática esportiva, o aumento de óxido nítrico endógeno tem papel fundamental na potencialização da performance física. Estudos in vitro, in vivo e em humanos comprovam que a ação sinérgica dos ativos de Garcinia mangostana e Cinnamomum tamala têm ação no aumento da síntese de óxido nítrico através da ativação da via óxido nítrico sintetase endotelial (eNOS). A Garcinia mangostana possui atividade anti-inflamatória, analgésica, antioxidante e anti-lipogênica enquanto que o extrato de Cinnamomum tamala demonstra potencial antiinflamatório, antioxidante em modelos in vitro e in vivo. Estudos in vitro comprovam que a associação desses extratos ativam a via da eNOS de células endoteliais humanas. Além disso, outros estudos in vitro mostraram que a associação desses extratos aumentou a biogênese mitocondrial e ativou a via mTOR em células musculares esqueléticas.



O que é Cindura?


Cindura é a combinação dos extratos de Garcinia mangostana e Cinnamomum tamala, um produto natural, patenteado, que atua no ganho de massa muscular, na força e na resistência. A ação sinérgica dos ativos de Garcinia mangostana e Cinnamomum tamala é comprovada em testes in vitro, in vivo e em humanos.



Principais benefícios

  • Aumento dos níveis de óxido nítrico (O aumento de NO é responsável por causar vasodilatação e maior fluxo de sangue nas células musculares melhorando o aporte de oxigênio e nutrientes.)

  • Ativação da via mTOR (A ativação dessa via de sinalização aumenta o ganho de massa muscular.)

  • Ativação de Fatores regulatórios miogênicos

  • Redução da atividade do sistema Ubiquitina Proteassoma (reduz perda de massa muscular)

  • Aumento da produção de testosterona

  • Aumento da capacidade antioxidante

  • Aumento da força muscular

  • Aumento da resistência muscular

  • Melhora da composição corporal


Indicações de uso

  • Ganho de massa muscular;

  • Ganho de força muscular;

  • Resistência muscular;

  • Alteração composição corporal.


Hipertrofia e ganho de força Muscular


A hipertrofia muscular esquelética é conhecida pelo aumento da área de secção transversa do músculo esquelético a partir da biossíntese de novas estruturas envolvidas na contração muscular, sendo uma das principais adaptações geradas no músculo em decorrência do treinamento físico. Os processos associados à hipertrofia incluem o aumento da síntese e/ ou diminuição da degradação de proteína. O crescimento muscular é um fenômeno complexo que ocorre por meio de uma cascata sequencial que envolve: ativação muscular; eventos de sinalização resultantes da deformação mecânica das fibras musculares, hormônios, e respostas imunes; síntese de proteína devido ao aumento dos processos de transcrição e tradução; e hipertrofia das fibras musculares.


A via de sinalização da proteína quinase chamada mammalian target of rapamycin (mTOR) é a maior reguladora da síntese proteica muscular. As alterações ocasionadas pelo estímulo mecânico se devem, em parte, ao aumento ou inibição na quantidade de proteína sintetizada por molécula de RNA mensageiro (mRNA), refletindo no produto total (cronicamente) ou aumento da fosforilação (agudamente) da proteína sintetizada. A via da mTOR controla os mecanismos de síntese proteica por meio da capacidade e eficiência do processo de tradução. Isso se dá pelo aumento da tradução de mRNAs específicos, levando a fibra muscular ao aumento de tamanho/volume. Sua ativação ocorre por meio da fosfatidilinositol 3 quinase (PI3k), que é considerada crucial para a ativação de Akt, culminando na ativação dos seus efetores: a proteína quinase ribossomal S6 de 70 kDA (p70s6k), do fator de iniciação da tradução eucariótico 4E (eIF4E) e da proteína 1 ligante do fator de iniciação eucariótico 4E (4E-BP1). Dessa forma, embora os mecanismos ainda não sejam completamente elucidados, o exercício de força é capaz de estimular a via mTOR (PI3k/Akt/mTOR/p70s6k e 4E- BP1). De um modo funcional, essas alterações levam a célula a um balanço proteico positivo e, consequentemente, resultam em aumento de material contrátil (hipertrofia) e ganho de força. O desenvolvimento da força motora envolve, principalmente, mecanismos de adaptações neural e morfológica. Eles demonstraram que nas etapas iniciais do treinamento, os ganhos de força são obtidos preferencialmente através de adaptações neurais. Após esse período inicial, a contribuição das adaptações morfológicas aumenta, enquanto das neurais tende a diminuir. O ganho de força depende, então, da otimização dessas adaptações durante o treinamento.



Resistência muscular de força


Quando falamos de treinamento de força, denominamos como resistência de força a capacidade de manter a repetição de cargas com eficiência, ou seja, sem chegar a fadiga. Quando se realizam movimentos aos quais se desenvolve ou tenta manter a máxima potência, os autores denominam capacidade de manutenção da potência. Do ponto de vista prático, o trabalho até a “falha de movimento” é habitualmente aplicado no treinamento esportivo.



Concentração Recomendada


A dosagem ideal diária é de 800mg/dia, preferencialmente em jejum, antes do café da manhã.



A sua saúde em boas mãos.


Fonte: Material do Fornecedor | Via Farma

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