Dica Saudável | Queda Capilar e Pandemia



Aumento de Queda Capilar e Pandemia


Com a pandemia Covid-19 tivemos mudanças brutas em nossos estilos de vida, principalmente com a implementação de lockdown e quarentena obrigatória em varias cidades e estados brasileiros. Essa medida necessária para conter o vírus também apresentou consequências à saúde da população. Dentre as mais variadas situações clinicas observadas, um sintoma foi de grande repercussão para grande parte da população: aumento da queda capilar.


Essa foi, e está sendo, uma das queixas mais presentes em consultas durante o período de isolamento social. Muitos pacientes relatam que estão percebendo uma maior volume de fios caindo e até aparecimento de falhas. A mudança brusca de rotina, aumento de estresse e ansiedade são fatores que influenciam o aumento desse problema e afetam diretamente nosso cabelo e pele.


A Dica Saudável de hoje será especialmente para a gente conversar sobre isso e buscar soluções para auxiliar nesse processo. Naturalmente o nosso cabelo cai, possuindo um ciclo de vida de, em média, mil dias. Há, normalmente, três fases importantes que o fio passa durante o ciclo devida do cabelo. São elas: anágena, catágena e telógena, que também podem ser chamadas como crescimento, transição/repouso e queda.


A fase anágena é a etapa ativa do cabelo, onde ocorre o crescimento capilar, quando as células mais antigas são empurradas para fora do bulbo capilar. A maior parte dos nossos folículos capilar (em torno de 80%) estão na fase de crescimento. Essa etapa pode durar de 3 a 6 anos, dependendo de pessoa a pessoa.


A fase catágena é o final da fase de crescimento, onde o cabelo se encontra na etapa de repouso ou transição. A catágena dura aproximadamente 3 semanas e não se observa aumento do comprimento do fio mesmo que ele ainda esteja no folículo piloso. Apenas 3% dos fios estão nessa fase.


Por fim, temos a telógena, a fase de queda onde o cabelo é liberado e cai do folículo piloso. De todos os fios, em média 6 a 8% estão na fase de queda.


É importante que a gente entenda as etapas do ciclo capilar para entender a queda como um processo a se preocupar quando não esta na proporção que deveria. Se você acredita que a sua queda esta acima do adequado, indicamos que você busque um profissional da saúde especializado para investigar a causa e oriente o melhor tratamento para o seu caso. A queda capilar se torna um problema quando esse ciclo se encurta, tendo uma perda maior do que o crescimento, chamada de eflúvio telogenico.



Eflúvio Telogênico


Esta situação médica - tricológica recebe o nome de Eflúvio Telogênico e ocorre pela diminuição brusca da duração do ciclo de crescimento e queda capilar, ou seja , este ciclo que deveria durar em média mil dias, passa a ocorrer em 15 a trinta dias, resultando em uma perda intensa dos fios em períodos muito curtos.


Esta doença leva ao aparecimento de falhas no couro cabeludo, rareamento dos fios e pode evoluir até a calvície.


Qual a relação entre o estresse e a queda de cabelo?


As causas mais frequentes do Eflúvio Telogênico são a ansiedade, o estresse e a depressão. As incertezas e o medo trazidos pela pandemia do COVID19 levam a alterações emocionais que resultam em oscilações hormonais , levando à queda dos cabelos. Os fatores psicológicos provocam também uma contratura muscular do couro cabeludo, repercutindo nos nervos sensitivos e provocando dor e diminuição da circulação sanguínea que nutre a raiz dos cabelos, aumentando à perda.(BrazilHealth)


O estresse agudo também gera altas taxas de cortisol no organismo que leva a perda dos cabelos. Fisiologicamente falando, em situações de estresse, o corpo não entende que os cabelos são importantes. Então, quando há demandas maiores de vitaminas e proteínas, o organismo usará também os nutrientes que antes eram direcionados aos fios.


Assim, em caso de estresse, a produção de estriol, substância que impede a entrada de nutrientes na região capilar, é acelerada e, consequentemente, freia o crescimento dos cabelos.


Pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, o eflúvio se divide em dois tipos:


Eflúvio telógeno agudo: sua causa está associada a algum evento que aconteceu três meses antes do início da queda. Isso porque o período de preparo para a queda dura de dois a três meses e os fios se desprendem ao final desse ciclo. Esses eventos, ou gatilhos, convertem um percentual maior de fios para a fase de queda. Sendo assim, ao invés de termos 100-120 fios caindo diariamente, temos 200-300 fios, dependendo do paciente e da causa do eflúvio. Os eventos mais associados à queda são: pós-parto, febre, infecção aguda, sinusite, pneumonia, gripe, dietas muito restritivas, doenças metabólicas ou infecciosas, cirurgias, especialmente a bariátrica, por conta da perda de sangue e do estresse metabólico, além do estresse. Algumas medicações também podem desencadear o problema. Tudo isso pode interferir na proporção dos fios na fase de queda. Em geral, 70% dos casos têm o agente descoberto. Já nos 30% restantes a causa acaba por não ser definida.


Eflúvio telógeno crônico: a fase na qual os fios caem muito, se assemelha à versão aguda. Porém, em longo prazo, é diferente. Há ciclos de aumento dos fios na fase de queda, de forma cíclica, uma ou duas vezes por ano, ou a cada dois anos, dependendo do paciente. Conforme o tempo passa, o paciente fica com o cabelo mais volumoso na base e menos volumoso no comprimento. O cabelo fica mais curto e com o “rabo de cavalo” mais fino. Se o paciente só tiver essa condição, não ficará com o cabelo ralo no couro cabeludo. Porém, seu problema pode estar associado a outras condições que causam rarefação dos fios. De qualquer forma, se perde muito volume e comprimento. O problema nem sempre tem causa definida, mas sabe-se que está associado a doenças autoimunes, dentre elas, a mais comum é a tireoidite de Hashimoto.


Veja mais aqui.


Alopecia areata


Alopecia areata é uma condição caracterizada pela perda de cabelo ou de pelos em outras partes do corpo (cílios, sobrancelhas, barba) em formatos arredondados ou ovais.


Geralmente, as áreas em que o cabelo cai são bem delimitadas, circunscritas, e esparsas pelo couro cabeludo (alopecia areata), mas podem tornar-se confluentes e evoluir para a queda total de cabelo e de pelos do corpo (alopecia totalis).


Entre as possíveis causas do distúrbio, estão fatores genéticos (em 10% a 42% dos casos, há outras pessoas na família com o problema) e imunológicos (genes implicados na suscetibilidade à alopecia areata provavelmente interagem com fatores ambientais desencadeantes, como o estresse ou a presença de micro-organismos, para disparar uma resposta imunológica que lesa o folículo piloso).


Em 20% a 30% dos casos, a alopecia pode estar associada a enfermidades de natureza imunológica, como tireoidites, diabetes, lúpus, vitiligo, rinites e a outras condições alérgicas.(Dr.Drauzio Varella)


Uma série de fatores também podem influenciar na queda de cabelo além do estado emocional afetado. Estando mais em casa, diminuiu os hábitos de cuidado com o cabelo, aumentou os intervalos de lavagens e amarrar o cabelo se tornou mais constante. O ato de prender o cabelo cria uma pressão, que traciona os fios para trás, desprendendo-o mecanicamente do couro cabeludo. E demorar mais para lavar os fios faz com que haja acumulo de oleosidade e descamação, levando a maior queda.


Entre outros fatores causais importantes estão:

- Aumento no consumo de álcool

- Uso de drogas

- Insônia

- Falta de exposição solar

- Mudanças na alimentação e nos hábitos de higiene


O diagnóstico pode ser feito pela simples aparência das áreas sem cabelo. Em certos casos, há necessidade de fazer biópsia da pele afetada para afastar outras possíveis causas da queda capilar. Indicamos que procure um profissional habilitado para identificar e acolher melhor forma de tratamento para o seu caso.



Como evitar a queda excessiva?


Para que o cabelo cresça saudável é preciso nutrir o couro cabeludo. A alimentação é importante e o uso de nutrientes em forma de máscara também.



SUGESTÃO DE TRATAMENTO BOAFORMULA


ATIVOS

1. Fo ti


He Shou Wu é uma das ervas mais populares da medicina chinesa. Essa raiz tonifica e nutre o xue (sangue), sendo uma das mais poderosas raízes anti-envelhecimento e um dos segredos orientais da longevidade.


Também conhecida como Fo-Ti, esta erva preserva a essência ancestral (jing presente nos rins) do corpo, assim reduz a quantidade de cabelos brancos e devolve a vida e vitalidade dos mesmos.


O glicosídeo estilbeno é considerado como componente ativo responsável pela sua poderosa ação antioxidante. Em função da concentração dessas substâncias e a diversidade dos tipos de antioxidantes presentes, o He Shou Wu é mais forte até mesmo que o famoso Resveratrol.

He Shou Wu contém leucoanthrocyanides (ALC) e superóxido dismutase (SOD), substâncias antioxidantes naturais que removem radicais livres que causam o envelhecimento precoce.


Indicação: Tonifica fígado e rim, nutre sangue e preserva a essência ancestral (jing).


Ação: Indicado em casos de queda de cabelo, cabelo branco precoce, cabelo quebradiço e fraco.


Posologia: 350mg 2x/dia



2. Androtase™ – β-Sitosterol 50%


É um extrato vegetal do pólen de Secale cereale, Phleum pratense, Zea mays e da casca do Pinus pinaster padronizado em β-Sitosterol > 50%. Desenvolvido para melhorar os sintomas relacionados ao aumento da próstata, melhorando a saúde e bem-estar do homem. O β-Sitosterol atua como um inibidor da 5α-redutase, bloqueando a conversão de testosterona para di-hidrotestosterona, reduzindo o aumento da próstata. Também atua como um α-bloqueador, melhorando os sintomas urinários. Sua potente ação anti-inflamatória atua inibindo a proliferação de células prostáticas neoplásicas. Os resultados são geralmente observados em 4 semanas de uso.


Componentes


>Pólens: Secale cereal, Phleum pratense, Zea mays

Entre seus compostos destacam-se proteínas, carboidratos, vitaminas, minerais e β-Sitosterol. Diversos mecanismos de ação têm sido propostos para os extratos de pólen incluindo: o relaxamento do músculo esfincteriano uretral, aumento da contração do músculo da bexiga, aumento da apoptose de células epiteliais da próstata, inibição da 5α-redutase, aumento dos níveis séricos e prostáticos de zinco, bloqueio de receptores alfa-adrenérgicos, inibição de prostaglandinas e biossíntese de leucotrienos.


>Pinus pinaster

Contém diterpenos, cumarinas, flavonoides, vitamina C e seus óleos essenciais apresentam propriedades antissépticas. Seu principal componente ativo é o β-Sitosterol.

Saiba mais aqui.


PRODUTOS BOAFORMULA

1. Máscara Capilar com Óleo de Argan


Ativos que juntos possibilitam uma melhora no fio, provomendo brilho intenso e maciez.


Benefícios do óleo de argan para os cabelos:


O óleo de argan ajuda em problemas como o frizz e controle de fios rebeldes. Isso acontece porque os cabelos normalmente tem carga elétrica negativa por causa da queratina, mas essa é a principal causa de fios arrepiados. Porém, os óleos vegetais encampam os fios, fazendo com que a carga negativa escorregue para as pontas, diminuindo o atrito e deixando os fios com aspecto saudável e maleável.

Além disso, ele é um tratamento natural: seus antioxidantes e vitaminas melhoram a elasticidade dos fios, dão um brilho luminoso e ajudam a renovar os cabelos contra danos causados pelo calor, vento, oxidação ou excesso de escova e química. Por essa ação contra elementos que causam tensão nos cabelos, ele é muito indicado em xampus para cabelos afro ou ressecados.

Entre os nutrientes do óleo de argan, encontramos o tocoferol, ácido fenólico, carotenos e ácidos graxos essenciais. Inclusive, de acordo com uma publicação feita na Universidade de Mohammed V em Agdal no Marrocos no Journal of Alternative Medicine Review, o óleo de argan tem 80% de gorduras insaturadas e tem três vezes mais vitamina E do que qualquer outro óleo vegetal, o que o ajuda a nutrir melhor os cabelos, sendo útil para cabelos secos e quebradiços, reduzindo as pontas duplas, além de proteger de danos térmicos.

Ele também é benéfico para cabelos coloridos, pois ajuda a manter a cor dos cabelos coloridos por mais tempo e, de acordo com um estudo recente publicado no renomado Journal of Cosmetics, Dermatological Sciences and Applications, mostrou que o óleo de argan é capaz de proteger os fios contra os danos causados por tinturas e realçar o brilho e a maciez.

Apesar de hidratante, ele também é indicado para fios oleosos, pois é absorvido rapidamente e não deixa resíduos que favoreçam a oleosidade, desde que não seja utilizado em grandes quantidades, pois assim pode obstruir o bulbo capilar.


Composição: Germe de Trigo, Pantenol, Aveia e Óleo de Argan.

Modo de Usar: Após o banho aplicar nos fios ainda molhados.Aplicar no couro cabeludo e nos fios 1 vez por semana. Deixar por 40 minutos e lavar.


Veja mais sobre os benefícios desse óleo vegetal aqui.



2. Pill Food e Pill Food Modifcado - Uso oral . Pool de aminoácidos e vitaminas que nutrem o organismo.



3. Tônico com fatores de Crescimento - Contém Minoxidil e ativos que estimulam a circulação para aumento do crescimento capilar. Aplicar 3 a 4x/semana ou diariamente.


4. Shampoo Anti-queda - Contém Capsaicina e Pilocarpina que ativa o crescimentos dos fios.


5. Tônica Anti-queda - Associação de ativos como Minoxidil, Folicusan, Hairactive, Capsaicina e Pilocarpina, além de ativar o crescimento nutrem o couro cabeludo.


6. LATANOPROSTA 0,005% + Minoxidil- Ativo que tem ação mais potente no crescimento capilar.


PRODUTOS DE REVENDA


1. Inbeauty Hair and Nails


· Redução na queda dos cabelos e unhas como você sempre sonhou!